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Setor Metal Mecânico no Mercado Mundial

A participação do setor metal mecânico é muito significativa na economia brasileira, tanto pela parte de investimentos realizados, quanto pela geração de empregos para boa parte da população, englobando vários setores de produção. Quando falamos especificamente deste setor industrial, estamos falando em um primeiro momento de empresas que são destinadas à produção e a transformação de metais, contando com as empresas de bens e serviços intermediários (fundições, forjarias, oficinas de corte, soldagem) e com os estabelecimentos destinados aos produtos (bens de consumo, equipamentos, máquinas, veículos e material de transporte). Nesse segmento estão representadas principalmente as empresas fabricantes de máquinas e de cutelaria, estas que, praticamente, não dependem de financiamentos para a venda dos produtos.

Na conjuntura atual do setor metal mecânico, há uma grande preocupação com o futuro, pois nos encontramos em um cenário de incertezas diversas. Se fizermos uma análise histórica, perceberemos que a indústria metal mecânica acabou perdendo posições no índice de competitividade internacional nesse setor. Todavia, esse ponto não é inconvertível e sim, é possível voltar ao desenvolvimento contínuo e pleno. Para que isso volte a acontecer, é primordial buscar a recuperação da economia por meio do aumento da competitividade e também da produtividade, promovendo um trabalho interno avançado, que utilize de métodos mais assertivos e eficazes. Diante desses fatores, são necessárias as seguintes medidas: aperfeiçoamento de técnicas de gestão, aumento do mercado, melhoria das condições produtivas e do desempenho organizacional, redução de custos e de resíduos, e redução geral de gastos. De acordo com os dados do Ranking Mundial de Competitividade, realizado pelo IMD (International Institute for Management Development), o Brasil tem perdido espaço no mercado de metal mecânico e hoje ocupa, no ranking geral de 2019, a 71ª posição, sendo que em 2010 ele estava em 38º lugar. Decorrente disso, é perceptível uma série de falhas da indústria como a falta de infraestrutura, inovação e produtividade.

De forma abrangente, os colaboradores ainda estão condicionados às práticas tradicionais. Ou seja, os métodos de ensino aos funcionários ainda são limitados, pois as próprias indústrias não contam com um suporte tecnológico que potencialize esse aprendizado. Portanto, uma das maneiras de melhorar essa questão é através da otimização de todo o trabalho, atendendo às necessidades da organização e também dos colaboradores que podem colocar os seus conhecimentos em prática. A busca por maior conhecimento sobre os conceitos de tecnologia de ponta no ambiente produtivo, irá conduzir as empresas a conquistarem a máxima produtividade e agilidade. A saída é apostar as fichas na indústria 4.0, que se manifesta como um novo horizonte para toda a cadeia produtiva, trazendo benefícios, como novos modelos de negócio e um relacionamento do consumidor final com a indústria como nunca antes imaginado. Nas linhas de produção da Junior Frigometal, as máquinas possuem ótima eficiência e custo benefício, proporcionando um produto final de qualidade, onde a produtividade e a lucratividade tem aumentado gradativamente, o que comprova que investir em tecnologia e conhecimento realmente traz bons resultados para a empresa.

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