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Coronavírus X Indústria da Carne

É perceptível o quanto o surto do Coronavírus se tornou a pauta mais importante em todas as redes de comunicação no cenário mundial. O novo coronavírus teve seu primeiro caso na China, em dezembro de 2019, se alastrando pelo mundo rapidamente, afetando grande parte da economia mundial. A indústria da carne, teve que se adaptar para tentar manter a produção à medida em que o Coronavírus se espalhava.
No Mato Grosso do Sul, decorrente dessa redução no consumo de carne, três plantas frigoríficas tiveram que decretar férias coletivas. No país todo, essa situação já fez com que 11 unidades do setor suspendessem as atividades, parando a produção. De acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), no período de 30 de março a 03 de abril, houve desvalorização do preço da arroba do boi ao produtor em 3,5%.
Em contrapartida, mesmo em meio a pandemia, Santa Catarina tem conseguido manter as exportações de carne suína em alta. Neste começo de ano, o estado já teve seu melhor desempenho histórico em volume de exportações de carne de porco e também de frango, obtendo um faturamento acima de US$ 3 bilhões e, de longe, é um dos principais polos de produção de proteína animal a nível mundial. As agroindústrias catarinenses, semanalmente, passam por rigorosas fiscalizações, seguem uma série de normas recomendadas e além de fornecer alimentos para todo o território nacional, também exportam para mais de 120 países, mantendo assim um negócio forte e competitivo, que cada vez mais, conquista seu espaço nos mercados internacionais e leva o nome de várias empresas do ramo para competir lá fora.
Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Economia, no mês de março, Santa Catarina exportou 37,6 mil toneladas de carne suína, gerando receitas que ultrapassaram US$ 85,5 milhões, o que configura um aumento de 6% em relação ao mês de fevereiro e 37% em relação com o mesmo período do ano passado. Dentre os principais destinos da exportação de carne suína, estão China, Hong Kong e Chile, considerando o fato de que a China duplicou a quantidade consumida e acabou se tornando responsável por 57,3% do faturamento do estado.
Em suma, o cenário atual pede para que todos os setores e empresas estejam ainda mais atentos, priorizando a saúde e segurança de seus colaboradores. Em breve, se cada um fizer a sua parte, a economia será recuperada e todos poderão voltar a sua rotina normal. Uma vez que esse vírus nos tirou do comodismo e nos deu a possibilidade de estreitarmos nossas relações, mesmo com o isolamento social, aprendemos a empreender de um jeito diferente e até inovador, pois muitas empresas de diversos ramos precisaram se reinventar.

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